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- Atualizado em 21/01/21 às 18h16

Pesquisa diz que, para 35,1% dos brasileiros, Bolsonaro é o maior culpado por atraso da vacinação no país

Outros mais responsabilizados pelos entrevistados foram os laboratórios de pesquisa e produção de vacinas, com 29,9%

(Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil)

Redação VN
redacao@varelanoticias.com.br

A amostragem do instituto Paraná Pesquisas apontou que 35,1% dos brasileiros avaliam que o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), é o maior responsável pelo atraso da vacinação contra a Covid-19 no Brasil. 

De acordo com a pesquisa, os outros mais responsabilizados pelos entrevistados foram os laboratórios de pesquisa e produção de vacinas, com 29,9%.

Divisão por faixa etária e regiões

Na divisão por faixa etária, os mais jovens, entre 16 e 24 anos, são os que mais culpam Bolsonaro, com 39,3%. Por regiões, são os nordestinos quem mais responsabilizam o chefe de estado brasileiro: 36,2%. Entre as mulheres, 37,4% afirmaram que o presidente é o maior responsável pela demora da vacinação no Brasil.

Os laboratórios são mais responsabilizados pelos homens (30,7%), pelos idosos (32,5%), por pessoas que possuem apenas o ensino fundamental (31,6%) e por moradores das regiões Norte e Centro-Oeste (35,1%).

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Para apenas 5,2% dos brasileiros, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, é o principal culpado pelo atraso da vacinação, enquanto 7,6% responderam “todos” e 19,9% afirmaram que “nenhum desses”. Um total de 2,2% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

Maior preocupação

O Paraná Pesquisas também perguntou aos entrevistados qual era a maior preocupação dos brasileiros neste momento:  a sua saúde e a da sua família; ou a sua situação financeira e dos seus familiares.

A maioria dos entrevistados, 78,7%, respondeu que se preocupa mais com a própria saúde e a dos seus familiares. Outros 17,2% afirmaram que estão mais preocupados com a situação financeira. Não souberam ou não opinaram, 4,1%.

O instituto entrevistou 2.105 brasileiros entre os dias 15 e 18 de janeiro, em todos os 26 estados do Brasil e também no Distrito Federal. A margem de erro estimada é de 2%.



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