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- Atualizado em 20/11/20 às 19h29

Manifestantes invadem Carrefour e depedram supermercado, em ato anti-racismo

Jovem negro,João Alberto morreu nesta quinta (19), após ser espancado por seguranças em Porto Alegre.

Foto: Divulgação/Carrefour

Redação VN
redacao@varelanoticias.com.br

O clima ficou tenso em São Paulo, na Marcha da Consciência Negra, puxada este ano pela morte de João Alberto Freitas por seguranças de um Carrefour em Porto Alegre, acabou em depredação de uma unidade do hipermercado no bairro dos Jardins, em São Paulo, na noite desta sexta (20). Alguns manifestantes atiraram objetos e destruíram a fachada da loja.

Os manifestantes atiraram pedras contra as janelas do supermercado e quebraram produtos. Um carro que estava parado na frente da loja também foi destruído. Clientes que estavam realizando compras no momento do protesto tiveram de se proteger no fundo da loja.

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Segundo os responsáveis pela manifestação, ela tinha por objetivo apenas protestar contra a morte de João Alberto e pedir justiça racial no país. Além de lideranças do movimento negro, discursaram vários parlamentares, como a deputada estadual Mônica Seixas (PSOL), a vereadora eleita Erika Hilton (PSOL) e Orlando Silva (PCdoB), candidato derrotado à Prefeitura de São Paulo.

Depois do pedido dos organizadores para os manifestantes interromperem a depredação do Carrefour, a manifestação foi encerrada. Ela foi iniciada na Avenida Paulista.

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