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- Atualizado em 15/01/21 às 12h38

Greve dos caminhoneiros do dia 1º de fevereiro pode ser maior que a de 2018, diz associação

Principal motivo de novo protesto é o preço do diesel

Foto: reprodução/Agência Brasil

Redação VN
redacao@varelanoticias.com.br

Marcada para o dia 1º de fevereiro, a greve dos caminhoneiros promete ser maior do que a ocorrida em 2018, quando a paralização interrompeu o abastecimento em diversos setores do país.

Em entrevista para o jornal Estadão, o presidente da Associação Nacional do Transporte Autônomos do Brasil (ANTB), José Roberto Stringasci, que representa cerca de 4,5 mil caminhoneiros, afirmou que a adesão ao movimento vem crescendo apesar da pandemia.

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A principal reclamação da categoria é em relação ao preço do diesel, além de outras pautas que não foram atendidas pelo governo Temer há três anos. “Esse (diesel) é o principal ponto, porque o sócio majoritário do transporte nacional rodoviário é o combustível (50% a 60% do valor da viagem) Queremos uma mudança na política de preço dos combustíveis”, informou Stringasci para o jornal.

Para evitar uma nova paralização, os representantes da categoria não abrem mão de um encontro com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). “A categoria apoiou ele em 100% praticamente nas eleições. Então agora exige a presença dele na reunião”.



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