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- Atualizado em 04/01/21 às 07h35

Governo manda restringir exportação de seringas e agulhas

A Saúde afirmou que os produtos serão comprados “de forma legal pela pasta, dentro do parâmetro de preços praticados no período”

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Redação VN
redacao@varelanoticias.com.br

O governo federal restringiu a exportação de seringas e agulhas. Desde 1º de janeiro, a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), órgão ligado ao Ministério da Economia, passou a exigir uma licença especial para autorizar a venda dos produtos ao exterior.

A medida foi determinada através da portaria nº 19, que dispõe sobre a emissão de licenças, autorizações, certificados e outros documentos públicos de exportação.

O Ministério da Saúde confirmou neste domingo (3), que pediu à Economia a interrupção “provisória” da exportação das seringas e agulhas.

Em nota, a pasta informou que o objetivo é garantir “os insumos necessários para, somando às necessidades habituais do SUS, viabilizar a ampliação da oferta de seringas e agulhas para atender ao Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a covid-19”.

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A Saúde afirmou que os produtos serão comprados “de forma legal pela pasta, dentro do parâmetro de preços praticados no período”.

De acordo com a pasta, os postos de vacinação contam com estoque “satisfatório” de seringas, mas não entrou em detalhes sobre a quantidade.

“Estes insumos, inclusive, podem ser utilizados para dar início à vacinação de forma célere e segura.”



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