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- Atualizado em 20/01/21 às 08h17

Exército deixa de produzir cloroquina e ainda tem 391.260 comprimidos no estoque

No ano passado, o Exército pagou 167% a mais pelo principal insumo para produção da cloroquina (difosfato)

Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

Redação VN
redacao@varelanoticias.com.br

O Exército Brasileiro informou que parou de produzir cloroquina, como fez no início da pandemia de Covid-19, no ano passado. O Exército ainda tem 391.260 comprimidos de cloroquina no estoque, segundo a coluna Esplanada.

O Centro de Comunicação afirmou à reportagem, porém, que seu Laboratório Químico Farmacêutico não está mais produzindo o medicamento, utilizado por alguns médicos no tratamento da Covid-19 mesmo sem ter eficácia comprovada.

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No ano passado, o Exército pagou 167% a mais pelo principal insumo para produção da cloroquina (difosfato).

Ao Tribunal de Contas da União, a justificativa foi a de que a compra – com sobrepreço – foi feita devido à “necessidade de produzir esperança para corações aflitos”.

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