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- Atualizado em 24/09/20 às 14h46

Delegado diz que diploma utilizado por Cátia Raulino parece ser falso

Professora é acusada de plágio, por pelo menos, quatro alunas

Foto: Reprodução/ TV Bahia

Redação VN
redacao@varelanoticias.com

Nesta quinta-feira (24) o delegado Antônio Carlos Magalhães Santos, titular da 9ª Delegacia (Boca do Rio) e responsável pelas investigações do caso da professora Cátia Regina Raulino, investigada por plagiar trabalhos de alunas e por exercício ilegal da advocacia em Salvador disse que diploma de bacharel em Direito usado pela professora Cátia Regina Raulino tem indícios de ser falso.

“A base da investigação é saber se ela é ou não bacharel de direito. Nós oficiamos a UFMA, onde ela informou em seu interrogatório inicial, que teria se formado lá. E eu recebi um ofício do reitor da UFMA, que disse que não existe nenhum vínculo da universidade, seja de excluído, ativo cadastrado, concluído, trancando, cancelado […]. De modo que eles podem afirmar que ela jamais foi aluna da faculdade”, contou o delegado.

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“Claro que eu consegui o documento que ela usou para se candidatar a um emprego em uma universidade. O que me leva a crer que esse documento entregue por ela, segundo esta faculdade aqui em Salvador, é um documento falsificado. Hoje, fizemos um outro interrogatório com ela, e ela preferiu, digamos assim, se pronunciar desse documento em juízo, que é um direito dela”, completou.

Cátia Raulino atuou como professora e coordenadora do curso de Direito do Centro Universitário Ruy Barbosa (UniRuy Wyden), contudo, ela é suspeita de mentir no currículo Lattes. De acordo com Raulino, ela tem diplomas da Ufba, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Faculdade Maurício de Nassau, Unijorge e outras. Todas as instituições negaram vínculos ou títulos da suposta jurista.

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