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- Atualizado em 17/01/20 às 16h41

“Bruno poderia ter ajudado muito o Fluminense de Feira”, acredita presidente do clube

Pastor Tom não se arrepende de ter negociado com ex-atleta

Foto: Varela Noticias / Bernardo Pombo e Luiz Cláudio Amaral

Anderson Ramos
redacao@varelanoticias.com.br

O deputado estadual e presidente do Fluminense de Feira, Pastor Tom (PSL), falou sobre a polêmica negociação que o clube estava fazendo para trazer o goleiro Bruno Fernandes como reforço para a temporada 2020. Mesmo após a repercussão negativa que o caso tomou, o gestor não se diz arrependido pela tentativa. O atleta foi condenado pelo homicídio de sua ex-namorada, Eliza Samúdio.

“Bruno poderia ter ajudado muito o Fluminense de Feira. Vivemos numa sociedade hipócrita e não tiro nenhuma vírgula do que eu estou falando. Eu vejo pessoas nas redes sociais dizendo tanto de ressocializar. Bruno ficou preso 9 anos, se ele foi o autor do crime, ele pagou. O que a gente não pode, é não dar uma oportunidade. A minha intenção era dar uma oportunidade e lógico que eu iria ter um grande goleiro no Fluminense de Feira de Santana, a terceira força do futebol baiano”, disse o dirigente. “Como um homem de Deus, eu creio que temos que dar oportunidade para a pessoa e falo isso com muita tranquilidade”, completou.

Tom justificou a desistência alegando que recebeu muitos comentários negativos. Ainda envolvendo o ex-jogador do Flamengo, a assessoria do Touro do Sertão emitiu uma nota polêmica que virou alvo de críticas de torcedores do clube de Feira de Santana.

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“A equipe estava muito afoita porque eu tinha acabado de fazer uma coletiva. A equipe que estava a frente, não teve a paciência e a tranquilidade, mas eles reconheceram o erro, logo depois emitiram outra nota e acertamos essa coisa errada que aconteceu”, reconheceu o também parlamentar.

Bruno foi preso em setembro de 2010 e condenado em março de 2013 por homicídio triplamente qualificado, sequestro e cárcere privado do filho Bruninho. Atualmente está em regime semiaberto e ganhou direito ao benefício após ter cumprido o tempo necessário para progressão da pena. O último clube do goleiro foi o Poço de Caldas de Minas Gerais.



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