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- Atualizado em 12/01/21 às 11h14

Bruna Marquezine fala sobre depressão: “Não tem hater meu que consiga competir comigo”

Atriz afirmou que é “lamentável” as pessoas terem resistência de falar sobre a doença

Foto: Reprodução/Instagram

Redação VN
redacao@varelanoticias.com.br

Durante entrevista para à ELA, Bruna Marquezine sobre comentou sobre depressão e afirmou que é “lamentável” as pessoas terem resistência de falar sobre a doença.

“Outro dia, conversei muito com a roterista Natália Klein. Falamos de como tudo é para ontem, como a gente vive num estado de ansiedade, tudo é para agora. Se você não fez, já foi, já perdeu! Sempre é um desespero. Nas artes, então… existe uma cobrança de se superar, trazer algo novo, fazer melhor! E a gente já não aprecia as coisas, tudo fica frio”, disse Bruna.

“A Natália fez uma analogia ótima. Disse que saber que tem depressão é como você entrar num lugar, ver uma barata e ela sumir! Tem gente que não liga se ela desapareceu. Eu prefiro ter a barata no meu campo de visão do que não saber onde ela está! É melhor saber o que você pode fazer a respeito, do que você ignorar e viver apreensivo porque a qualquer hora pode ser pego de surpresa”, completou a modelo de 25 anos.

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Para Bruna, é “mais saudável você identificar e aceitar que existe esse problema para saber lidar com ele”. A artista falou sobre as críticas que recebeu e recebe ao longo da carreira e diz que aprendeu a lidar com isso.

“Estou sempre atenta ao olhar do outro, além da minha observação que é extremamente crítica. Eu brinco quando digo que não tem hater meu que consiga competir comigo mesma! Eu sou pior! Tenho uma consciência muito grande do olhar do outro. O que pode estar passando pela cabeça do outro, o que o outro está vendo, o que o outro está interpretando… isso tudo é um peso, que te gera uma ansiedade… Já tenho essa tendência de flertar com lugar que é obscuro”, diz Marquezine.

“Essa insegurança, essa ansiedade alcança todas as áreas da sua vida. Eu falo sobre isso porque vejo que é algo comum, que o mundo está vivendo, mas que estamos começando a ter coragem de falar isso agora. Muitos ainda têm vergonha. Eu comecei a trabalhar numa época na qual me ensinaram que o certo era construir uma imagem perfeita. Por muito tempo, eu ouvi isso. E eu via isso”, relembra Bruna.

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