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- Atualizado em 26/01/21 às 17h44

Auxílio emergencial: Guedes haverá prorrogação se puder congelar verbas da Educação

De abril a dezembro, o governo federal pagou R$ 600/ 300 para os brasileiros enfrentarem a pandemia

Foto: Divulgação

Redação VN
redacao@varelanoticias.com.br

Nesta terça-feira (26),  o ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a falar sobre o auxílio emergencial. Segundo Guedes, o governo federal não tem verba suficiente para ampliar o benefício. 

Quer criar o auxílio emergencial de novo, tem que ter muito cuidado, pensa bastante. Porque se fizer isso não pode ter aumento automático de verbas para educação, para segurança pública, porque a prioridade passou a ser absoluta” disse Guedes.

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Durante o evento, o presidente Jair Bolsonaro defendeu a manutenção do teto de gastos e  voltou a dizer que não pretende prorrogar o “Auxílio Emergencial”.

Em 2020, para fazer frente aos gastos com a pandemia, o Congresso aprovou o Estado de Calamidade Pública e o Orçamento de Guerra, que permitiram conceder o auxílio emergencial de R$ 600 e depois prorrogá-lo por R$ 300. Essas medidas se encerraram em dezembro.

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