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- Atualizado em 31/08/20 às 11h20

Advogado da família do pastor Anderson pede que deputada Flordelis seja afastada

Em solicitação de afastamento, Ângelo Máximo afirma que uso do cargo de Flordelis pode atrapalhar investigação

Foto: Reprodução | Facebook

Redação VN
redacao@varelanoticias.com

Advogado da família do pastor Anderson do Carmo, Ângelo Máximo solicitou ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, o afastamento da deputada federal Flordelis, de acordo com o jornal Extra. O pedido foi feito por meio de uma petição, que foi enviada na última quinta-feira (27).

“Acreditando nesta casa Legislativa, acredito que Vossa Excelência, na posse de toda a documentação que lhe encaminho, tomará todas as medidas enérgicas e necessárias no sentido de afastar a deputada federal Flordelis dos Santos de Souza do cargo de parlamentar dessa casa Legislativa retirando assim o véu de imunidade parlamentar e permitindo que as investigações sigam o curso normal em momento em que não somente o país como a democracia necessitam de credibilidade”, escreveu o advogado em solicitação.

Segundo Máximo, o uso do cargo de Flordelis pode “atrapalhar o curso da intrução criminal”. “Rodrigo Maia está aguardando um documento do Rio de Janeiro alegando que não tinham sido enviados. Se as autoridades não encaminharam, eu encaminhei. Ela sendo afastada do cargo vai ser uma garantia para a instrução criminal, que é uma coisa muito importante, porque no uso do cargo pode atrapalhar o curso da instrução criminal. Muito”, afirmou.

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O advogado associa ainda a morte da irmã e da mãe do pastor a Flordelis. Michele do Carmo de Souza, de 39 anos, morreu em outubro do ano passado em decorrência de uma leucemia, e Maria Edna do Carmo, de 65 anos, morreu em abril deste ano em razão de um infarto.

“A irmã morreu em outubro do ano passado a mãe morreu em abril deste ano. As ações foram causadas pela perda do pastor. Michele era uma pessoa forte e você vai ver que de julho até seu falecimento ela caiu na cama e não levantou mais. Matou a irmã, a mãe e todos os que congregam na igreja deles”, acusou Máximo.

Após pedidos de parlamentares para que o Conselho de Ética da Câmara voltasse ao seu funcionamento, Rodrigo Maia garantiu que os trabalhos voltarão nesta semana.



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