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- Atualizado em 15/10/13 às 14h41

24 HORAS SEM ACARAJÉ: Baianas farão protesto contra decisão da Justiça Federal

Elas são contra a determinação que proíbe os tabuleiros na areia da praia

Durante reunião realizada nesta segunda-feira (14), a Associação das Baianas de Acarajé (Abam) decidiu realizar a manifestação contra a decisão do juiz da 13ª Vara da Justiça Federal, Carlos D’Ávila, que proíbe os tabuleiros na areia da praia, com alegação de risco devido à fritura do bolinho e poluição.

As baianas irão se reunir na próxima terça-feira (22), quando vão marcar a data do protesto. O objetivo da associação é contar com o apoio de todas as baianas da cidade, além da Ilha de Itaparica, que suspenderiam a venda do acarajé durante um dia, para chamar a atenção contra a decisão de vetar a presença das trabalhadoras na areia, após a revitalização da orla de Salvador.

As baianas de acarajé prometem levar à frente a decisão de paralisar a venda de acarajé por 24 horas na capital baiana, como prometido em setembro.

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A orientação da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop) é de que as baianas utilizem tabuleiros no calçadão para fritar o quitute e vender na praia. No entanto, a prefeitura entrou com um pedido na Justiça para possibilitar a instalação de estruturas desmontáveis na areia, que possibilitem o trabalho completo na areia.



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